Ode aos croquetes do Pabe

Recentemente fui desafiada para ir conhecer o restaurante Pabe, em Lisboa. Um local com uma localização central – a dois passos do Marquês de Pombal – e com uma presença na história do nosso país. Para terem uma noção muitas das grandes decisões, quer a nível económico ou político, foram tomadas à mesa (uma delas, pelo menos) do Pabe.

Mas voltemos à nossa história. A razão deste texto não é a refeição que comi e a respectiva apreciação. Isso ficará para um próximo texto. O meu objectivo é prestar homenagem aos melhores croquetes que comi até hoje. Carne super macia, a derreter-se na boca e muito bem temperada. Cozinhada apenas na gordura da própria carne, a baixa temperatura. Impossível comer apenas um croquete (a não ser que seja a entrada de uma fausta refeição e, mesmo assim…).

Aceitem esta sugestão. Passem pelo Pabe – seja no bar ou no restaurante – e peçam um croquete. Seja como entrada de uma refeição ou apenas como um snack/lanche, acompanhado de uma bebida, seja esta uma cerveja, um café, ou outra coisa qualquer. Definitivamente não se irão arrepender.

Partilhar

Alexandra Costa

Jornalista desde 1996 sou portuguesa de nacionalidade, alfacinha de nascimento, alentejana de coração e uma viajante do mundo. Adoro viajar, conhecer novas culturas, experimentar gastronomias. Sou viciada em livros e nunca digo que não a uma boa conversa. Basicamente sou apreciadora dos prazeres da vida.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.