Segunda vida de Dom Pérignon

Sol e tempo. Duas palavras-chave que definem o Dom Pérignon Vintage Plénitude 2 2006, um champagne luminoso e acolhedor, que ganhou amplitude e substância num segundo momento, após uma longa maturação. Ao fim de 15 anos, o Dom Pérignon de 2006 elevou-se a um estado de Plénitude. Mais amplo, mais profundo, mais longo, mais intenso, dotado de uma longevidade muito alargada. Este Dom Pérignon foi pacientemente elevado a um novo cume de expressão. A este Vintage, a equipa deu o nome de Plénitude 2, a segunda vida de Dom Pérignon.

O ano de 2006 produziu uma série excepcional de cinco vintages consecutivos. Quatro deles foram muito marcados pelo calor, o que produziu uvas muito maduras na altura da vindima. Este factor, sem precedentes em três séculos de vinificação em Champagne, gerou um novo desafio à Dom Pérignon, que levou o seu processo criativo mais longe. 2006 foi um ano mais quente do que seco, quase tropical. A primavera foi tardia, seguida de uma vaga de calor em julho, e de um agosto frio e chuvoso. O calor regressou em setembro, permitindo às uvas atingirem um grau de maturação generoso. De modo a permitir que essa maturação tardia atingisse o seu pleno, a equipa Dom Pérignon concedeu a si mesma um período de vindima invulgarmente alargado.

Inicialmente voluptuosos, redondos e envolventes, os vinhos de 2006 e as suas texturas abertas exigiam uma maior tensão – que só o tempo consegue dar. O vinho de 2006 introduzia assim desde a génese as vantagens do amadurecimento vagaroso. Após sete anos adicionais de maturação, o Dom Pérignon Vintage 2006 atingiu o seu estado optimal: o Plénitude 2. Orgânico, vivo, energético, o Vintage 2006 foi elevado pelo tempo, tornando-se mais preciso e refinado. Na reclusão das caves Dom Pérignon, as leveduras conduziram o vinho à segunda Plénitude, numa versão simplificada de si mesmo.

A princípio acolhedor, luminoso, o Plénitude 2 torna-se amplo, substancial e curvo. Deixa um rasto de emoção de um champagne envolvente mas delicado. Na boca, é marcado por uma tensão salina mais presente. O amargor ganha em subtileza e delicadeza, equilibrando a generosidade que traz de 2006.

Na boca, evoca madrepérola ou seda, como uma carícia suave. Desenvolve-se progressivamente, exprimindo a precisão aguda de um ligeiro amargor. O conjunto acaba por se fundir num requintado amargor e numa gloriosa maturidade, com notas de frutos secos, cacau e avelãs grelhadas.

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